Já pensei em escrever sobre você. Já tentei dispor palavras corretamente sobre o que você é ou sobre o que somos. Já acordei com o texto todo em mente, e os dedos doloridos e bagunçados. Já escrevi capítulos coloridos e em branco sobre o que me faz sentir. E já procurei ler em qualquer espaço plano, com letras minúsculas tudo o que me fez guardar. Mas não consegui. Porque tudo o que escrevi, guardei no tempo e não soube como passar para um simples espaço em branco. Não porque significa menos do que os outros textos, e sim porque passou ser a única pessoa que desconcertou minhas palavras, e não meus sentidos. Escrever sempre exigiu de mim algo incômodo, bagunçado, sem sentido, corajoso e amedrontador. E o fato de você não ser nada disso, me deixou sem frases. Não há o que explicar e o que procurar respostas. Há somente o que me faz sentir. Um sentir sem saber o próprio mel, de tão doce e atenue. Um sentir tão leve quanto seu toque, de tão tranqüilo. Um sentir simples como seu sorriso, de tão singelo. Um sentir gradual e na pureza do que somos, de tão sincero. Um sentir sem tentações, com todos os sentidos vivos e em plena normalidade. Um sentir meu, seu, nosso e de mais ninguém.
Cara Belajar Yang Efektif Menurut Islam
Há 10 anos




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