Greve. Greve. Greve. Única palavra que escuto nos últimos 10 dias. Conheço bem a anatomia e fisiologia do meu pobre coração, mas duvido até hoje que passe somente sangue dentro dele. Porque o meu dói de saudade, dói de arrependimento, dói de amor, dói de decepção e dói até com felicidade extrema. Portanto diante de tanta greve, eu decreto GREVE para o meu coração, que não sabe amar, que não sabe escolher e que não sabe esquecer. Coração ta precisando de nova gerência, novas estruturas, e com certeza um novo dedo para apontar porque o atual já entrou em necrose. O conselho para tais cargos será realizado nos próximos anos, em assembléia geral. E já vou logo avisando, que quem manda nesse coração burro sou eu, portanto todas as células trabalharão juntas, nada de fazer movimentos S.O.S quando alguém se aproximar, ainda mais quando for do meu sexo oposto. Revolução só depois de um ano de greve decretada, ou terá cortes excessivos no débito cardíaco. Qualquer perda casual, será vista como realmente uma derrota, e esquecida em menos de 24 segundos, para descartar perdas de tempo, de senso, de amor próprio, e de lágrimas. As reinvidicações serão justas e dentro dos limites ofertados para o bem estar físico e moral das células do miocárdio apaixonado. Quem não obedecer as regras, deverá cumprir uma pena mínima de 300 dias ausente, longe, no Alaska, congelando para aprender que com o coração não se brinca. O trabalho deverá ser organizado, e responsável sempre tendo uma ejeção significativa para os pulmões, já cansei dessa falta de ar em cada suspiro de desejo. A permeabilidade deverá ser sempre estável, desencadeando um limiar de 82 batimentos por minutos, sem elevação diante de nova paixão, cláusula extremamente proibida levando a pena de infarto agudo do parceiro. Durante a diástole o enchimento deve ser equilibrado e escolhido a risca, impulsionado sob supervisão para os ventrículos, onde o conteúdo só continuará sobre aprovação total da razão. A contração deverá ser balanceada, nunca parar e nunca se elevar no segundo encontro, e nem nos demais. O coração bandido deverá ser sempre quente, nunca morno e jamais frio. A sístole ejetará sangue para o lugar certo, e para todos, nunca para uma pessoa específica. Jamais poderão existir motivos aparentes para qualquer dor mínima, essa patologia não existirá no coração burro que escolhi. E por fim, greve é greve, já está declarada. Agora eu quero ver os escudos de quem irá quebrar minhas regras, e minhas decisões. Este coração nunca foi tão meu, o melhor leva.
Cara Belajar Yang Efektif Menurut Islam
Há 10 anos




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